Incredible String Band, Mike Heron & Robin Williamson

Postado em Programas com categorias, , às Agosto 11, 2008 por artrock

“Boa noite, o programa de hoje será dedicado a um dos mais geniais grupos do folk inglês… a Incredible String Band…

Esse grande grupo dos anos 60 dispensa maiores apresentações… pois é citado como influência até pelo próprio Jimmy Page… e é também presença freqüente no nosso programa desde o início, há mais de 10 anos… mas, apesar de não lançarem material novo há muito tempo, sempre aparecem trabalhos que resgatam épocas ou momentos especiais da sua longa carreira.

Para abrir o programa de hoje nós selecionamos uma dessas raridades, um lançamento dos anos 90 que registra uma apresentação ao vivo da Incredible String Band no Canadá em 1972… registrando a tour do álbum “Liquid Acrobat as Regards the Sky”, mas também contendo raras gravações feitas ao vivo nos auditórios da BBC em 1974… algumas das quais eram do álbum “No ruinous feud”, ainda inédito na época, e de “Hard Rope & Silken Twine”, lançado naquele ano.

Seria o último registro de estúdio da Incrível Banda de Cordas… mas na verdade a alquimia entre Mike Heron e Robin Williamson já havia começado a desaparecer no começo da década de 70, com os dois procurando expressar suas frustrações dando início a suas carreiras solo, que seguiram caminhos diferentes e distantes do seu velho grupo… vamos conferir um pouco da fase final dessa lenda do folk inglês…

Com a Incredible String Band, vocês ouviram “My Father was a Lighthouse Keeper” e a suite “Ithkos”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco das experiências solo das duas figuras centrais da Incredible String Band… Mike Heron & Robin Williamson.

Antes da Incrível Banda de Cordas, Mike Heron tinha participado de muitos grupos de rock… e, por isso, quando lançou seu 1º. álbum solo ele resolveu chamar alguns amigos roqueiros… o resultado foi “Smiling men with bad reputations”, de 1971… que tinha Pete Townshend & Keith Moon do Who, Richard Thompson & Dave Mattacks do Fairport Convention… e mais Jimmy Page, Ronnie Lane, Steve Winwood, John Cale e até Elton John…

Vamos começar ouvindo um pouco dessa pequena jóia do rock inglês… e depois passamos a Robin Williamson… o bardo da Incredible String Band… responsável por conferir uma dimensão dramática ao psicodelismo folk do grupo, tanto por sua voz e interpretação como pela força da sua poesia singular… mistura da poética de Shakespeare e William Blake com o simbolismo de Verlaine e Rimbaud…

E assim como fizemos com o seu colega Mike Heron, o álbum que nós selecionamos foi o 1º. trabalho solo de Robin Williamson… “Myrrh” de 1972… onde ele apareceu com uma sonoridade cheia de sutilezas, apontando o caminho do que viriam a ser os seus futuros trabalhos, depois da separação da Incredible String Band…

Com Mike Heron vocês ouviram “Feast of Stephen”, “Warm heart pastry” e “Beautiful Stranger”… e depois foi Robin Williamson com “Sandy Land” e “I See Us All Get Home”…

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com onde você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado.

Até a semana que vem.”

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Set list:

ISB

BG – COUSIN CATERPILLAR

1.    MY FATHER WAS A LIGHTHOUSE KEEPER – 4:30

2.    ITHKOS – 20:36

BG – THE CIRCLE IS UNBROKEN

TOTAL – 25:06

MIKE HERON / ROBIN WILLIAMSON

BG – FLOWERS OF THE FOREST

3.    FEAST OF STEPHEN – 4:42

4.    WARM HEART PASTRY – 6:06

5.    BEAUTIFUL STRANGER – 7:28

6.    SANDY LAND – 3:29

7.    I SEE US ALL GET HOME – 4:02

BG – AUDREY

TOTAL – 25:47

GRAND TOTAL – 50:53

Ouça o Art Rock com Incredible String Band e com Mike Heron & Robin Williamson, que foi ao ar no dia 10/08/2008, clicando aqui.

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California Guitar Trio & Projekct Two

Postado em Programas com categorias, às Agosto 5, 2008 por artrock

“Boa noite, vamos abrir o programa de hoje com um lançamento… o novo álbum do genial California Guitar Trio… uma das revelações dos anos 90 do século passado.

Apesar do nome, nenhum dos membros do grupo nasceu na Califórnia… na verdade eles são um trio internacional formado pelo belga Bert Lams, pelo japonês Hideyo Moriya e pelo americano Paul Richards… uma combinação improvável que se encontrou na Inglaterra durante os cursos de guitarra de Robert Fripp… passando a integrar a League of the Crafty Guitarrists até decidirem se mudar para os Estados Unidos em 1991.

Adotando o nome de California Guitar Trio, eles aproveitaram os contatos com Robert Fripp para assinar um contrato com a Discipline Global Móbile, lançando em 94 o álbum “Yamanashi Blues”… e a partir de então mantiveram uma carreira respeitável, com excelentes trabalhos onde exploram as possibilidades do seu elaborado diálogo de guitarras…

O álbum “Echoes” acabou de sair e é uma combinação de arranjos para composições eruditas com algumas covers geniais, incluindo é claro a faixa do Pink Floyd que dá nome ao disco e que conta com o Theramin de Pamela Kurstin… além dela também estão presentes o baterista Pat Mastelotto, o vocalista Bonnie “Prince” Billy (que é Will Oldham do Palace Music) e o baixista Tony Levin… para não nos deixar esquecer que o California Guitar Trio é um quase-filhote do King Crimson.

Com o California Guitar Trio vocês ouviram uma cover para “Echoes” do Pink Floyd, depois foi “And I know”… e, para fechar, uma outra versão, agora para “Tubular Bells” de Mike Oldfield…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro grupo pertencente à grande família do King Crimson… na verdade uma das muitas experiências do genial guitarrista Robert Fripp no final dos anos 90… o trio Projekct Two.

Depois do seu retorno com o King Crimson nos anos 90, Robert Fripp manteve o grupo em atividade enquanto se envolvia com toda sorte de projetos paralelos… e entre eles houve uma iniciativa diferente… a idéia de dividir o grupo em unidades estruturais nas quais pudesse explorar isoladamente aspectos da sua sonoridade… como, por exemplo, a relação entre os fraseados de guitarra com a estrutura rítmica da música…

Esse foi um dos destaques do Projekct Two… que era formado por Adrian Bellew e Tray Gunn, além é claro do próprio Robert Fripp… e eles gravariam em 1998 o álbum duplo “Space Groove”, uma viagem de efeitos, riffs e linhas melódicas bizarras, que exploram os limites do estilo característico de Fripp, marcado por paisagens sonoras cheias de ansiedade e inquietude.

Os diversos projetos renderiam trabalhos diferentes e, para esse programa com o Projekct Two, a gente selecionou faixas do álbum “Live Groove”, gravado ao vivo em 1998 e lançado originalmente como parte da box-set “Projekcts”, de 1999, onde eram reunidos quatro CDs, registrando um pouco dessa experiência que pode muito bem ser descrita como uma versão fractal para o King Crimson…

Vocês ouviram “Sus-Tayn-Z”, “Heavy Construkction” e “Live Groove”, com o Projekct Two…

Art Rock fica por aqui… a inspiração para o programa de hoje a gente deve ao nosso amigo e colega aqui do programa, o Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com onde você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado.

Até a semana que vem.”

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Set list:

CGT

BG – BOHEMIAN RHAPSODY

1.ECHOES – 12:28

2.TUBULAR BELLS – 8:09

3.AND I KNOW – 7:07

BG – FREEBIRD – A partir do solo (4:22)?

TOTAL – 27:44

PROJEKCT TWO

BG – CONTRARY CONSTRUKCTION

4.SUS-TAYN-Z – 8:02

5.HEAVY CONSTRUKCTION – 5:11

6.LIVE GROOVE – 10:52

BG – 21ST CENTURY SCHIZOID MAN

TOTAL – 24:05

GRAND TOTAL – 51:49

Ouça o Art Rock com California Guitar Trio e com Projekct Two, que foi ao ar no dia 02/08/2008, clicando aqui.

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Pete Bardens, Nicholas Gunn, Kevin Kern & Mars Lasar

Postado em Programas com categorias, , , às Julho 29, 2008 por artrock

“Boa noite, no programa de hoje vamos ouvir um pouco de um estilo marcante do final do século passado, que revelou uma geração de novos talentos e ainda permitiu a sobrevivência de muitos grandes nomes do rock dos anos 70…

E vamos começar com um exemplo dessa sobrevivência progressiva… o grande tecladista Pete Bardens, que começou no grupo Them de Van Morrison e seria mais conhecido por sua passagem pelo Camel nos anos 70… mas que manteria uma ativa carreira solo até deixar o nosso plano da realidade em 2002… e que, apesar de não ter mudado muito o seu estilo de tocar, passou a integrar os catálogos de new age na década de 80…

Bardens havia deixado o Camel ainda em 77, na época do álbum “Rain Dances”, sendo substituído por dois tecladistas… Kit Watkins do Happy the Man e Jim Schelhaas do Caravan… mas ele seguiria em frente, retomando uma carreira solo que já havia iniciado em 1970 com o álbum “The Answer”… porém o final dos anos 70 não era exatamente uma Era muito progressiva, e ele acabou ficando sem contrato em 79… só voltando a gravar anos mais tarde, quando a sonoridade new age começava a despontar.

E nós selecionamos para o programa de hoje o primeiro trabalho desta sua nova fase, o álbum “Seen one Earth” de 86… que foi inspirado no livro The Right Stuff, onde o genial Tom Wolfe narra a história dos 7 astronautas do programa Mercury da NASA… um tema espacial ao mesmo tempo progressivo e com um toque de new age, para agradar aos executivos da gravadora…

Com Pete Bardens vocês ouviram “Home Thoughts”, “In Dreams”, “Prelude”, “Seascape”, “Seen One Earth” e “The Stargate”.

A gente volta já…

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E vamos continuar com nossa investida new age, agora trazendo três músicos mais diretamente ligados a esse estilo, que apresenta composições complexas trabalhadas em estruturas pastorais, privilegiando os climas melódicos em detrimento da agressividade e do virtuosismo.

Primeiro vocês ficam com o multi-instrumentista inglês Nicholas Gunn, que estudou na Royal School of Music em Rochester, mas que se mudaria para os Estados Unidos, acabando por se dedicar, entre outras coisas, a composições que procuram expressar a placidez das paisagens naturais do Sudoeste americano, com vários álbuns inspirados na região do Grand Canyon do Colorado… nós selecionamos faixas do primeiro desses trabalhos “The Music of the Grand Canyon”, de 95…

Depois ouçam o americano Kevin Kern, que começou ainda na adolescência, depois de ter sido um garoto prodígio, e se tornaria uma das descobertas de Terence Yallop, fundador do selo new age Real Music, ao qual Kevin permanece ligado até hoje… selecionamos faixas de seus dois primeiros álbuns “In the Enchanted Garden” de 96 e “Beyond the Sundial”, lançado em 97…

E, para fechar, o compositor australiano Mars Lasar, que começou a chamar a atenção já a partir de seu primeiro álbum, “Olympus” de 92… que chegou a ser usado como trilha sonora para os noticiários dos jogos da Olimpíada de Inverno daquele ano… ele também faria muitas trilhas para vídeo-games e trabalharia com produção… e nós selecionamos uma faixa do seu álbum “Olympic National Park”, de 96…

Vocês ouviram “Entering Twin Falls” e “Twilight”, com Nicholas Gunn… depois foi a vez de Kevin Kern com “Water Lilies” e “Sundial Dreams”… e, para fechar, “Elwha River”, com Mars Lasar…

Art Rock fica por aqui… a inspiração para o programa de hoje a gente deve ao nosso amigo e colega aqui do programa, o Abílio Henrique… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Visite o Blog do Art Rock em http://artrock.wordpress.com onde você pode fazer downloads do conteúdo do programa e deixar o seu recado.

Até a semana que vem.”

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Set list:

PETE BARDENS

BG – MAN ALIVE

1. HOME THOUGHTS – 2:18

2. IN DREAMS – 5:32

3. PRELUDE – 2:26

4. SEASCAPE – 4:25

5. SEEN ONE EARTH – 5:44

6. THE STARGATE – 6:29

BG – MANY HAPPY RETURNS

TOTAL – 26:54

NICHOLAS GUNN

BG – ROYAL LAKE

7. ENTERING TWIN FALLS – 4:09

8. TWILIGHT – 5:08

KEVIN KERN

9. WATER LILIES – 4:15

10. SUNDIAL DREAMS – 4:44

MARS LASAR

11. ELWHA RIVER – 6:07

BG – CANYON NIGHTS

TOTAL – 24:23

GRAND TOTAL – 51:17

Clique aqui para ouvir o Art Rock que foi ao ar no dia 27/07/2008.

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Jefferson Airplane

Postado em Programas com categorias às Julho 21, 2008 por artrock

Boa noite, no programa de hoje vamos trazer duas fases de um dos mais importantes grupos da história do rock, o grande Jefferson Airplane…

É claro que o Airplane dispensa maiores apresentações, pois é um dos grupos seminais da era psicodélica, quando San Francisco era um dos focos do rock em todo o mundo… mas o velho e colorido avião do Jefferson teve muitas pinturas diferentes… e chegou até a se transformar em nave espacial a partir dos anos 70… por isso resolvemos trazer os seus dois momentos mais importantes: a época em que eram os porta-vozes de uma geração, entre 67 e 69… e depois os últimos anos de seu primeiro vôo…

Embora diferentes, as duas épocas mantém uma constante, a presença de Paul Kantner e de Grace Slick, que foram se tornando a força criativa do grupo, enquanto o vocalista Marty Balin, o baixista Jack Casady e o guitarrista Jorma Kaukonen iam perdendo espaço e também o interesse pelo Airplane… Balin acabaria deixando o grupo na virada para a década de 70, juntamente com o baterista Spencer Dryden, substituído por Joey Covington.

O grupo mudaria muito, mas nessa primeira parte do programa vamos trazer alguns momentos da sua época mais celebrada, com faixas dos álbuns “After Bathing at Baxter’s” de 67, “Crown of Creation” de 68 e “Volunteers” de 69… todos clássicos do rock e representando bem o encontro entre a poética da contra-cultura e uma de suas vozes mais poderosas…

Vocês ouviram “Hymn to an Older Generation”, “Hey Frederick”, “Eskimo Blue Day” e “Lather”… com o Jefferson Airplane.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um pouco da fase final do Jefferson Airplane… ainda durante a sua primeira encarnação, antes de se transformarem no Jefferson Starship…

Na virada para os anos 70, Paul Kantner lançou um estupendo álbum solo, “Blows Agains the Empire”… onde chamava a coleção de convidados de peso de Jefferson Starship… mas depois desse trabalho brilhante ele voltou para o Airplane e lançaria em 71 o álbum “Bark”, seguido em 72 por “Long John Silver”, cujo nome foi inspirado no célebre pirata, personagem da “Ilha do Tesouro” de Robert Louis Stevenson…

A sonoridade do Airplane permanecia a mesma… uma colisão de estilos e vozes que se transformava em um todo coerente para veicular a mensagem da liberdade… mas os dois álbuns de estúdio lançados nos anos 70 seriam mais lembrados por suas capas geniais… o primeiro com o peixe dentro do saco de super-mercado… e o segundo com a capa que podia ser desmontada e transformada em uma caixa de charutos, com um fundo falso e uma imagem de maconha por baixo…

O grupo ainda lançaria mais um disco ao vivo, “Thirty Seconds over Winterland”, antes de se separarem de vez… Kanter & Slick continuariam no Jefferson Starship… mas o grupo se perderia em bobagens pop nos anos 80 e só depois de uma briga legal pelo nome é que eles conseguiram voltar… primeiro como Jefferson Airplane, em 89… e depois novamente como Jefferson Starship, só que com a sua clássica sonoridade psicodélica… e essa versão do grupo continua na ativa, mas a gente vai fechar com um material dos últimos vôos desse velho aeroplano, no começo da década de 70…

Vocês ouviram “When the Earth Moves Again”, “Crazy Miranda”, “War Movie”, “Aerie (gang of eagles)”, “Milk Train” e “Alexander the Medium”, com o Jefferson Airplane.

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Até a semana que vem.

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Set list:

J.A.

1.    HYMN TO AN OLDER GENERATION – 6:43

2.    HEY FREDERICK – 8:31

3.    ESKIMO BLUE DAY – 6:32

4.    LATHER – 2:55

TOTAL – 24:48

J.A.

5.    WHEN THE EARTH MOVES AGAIN – 3:54

6.    CRAZY MIRANDA – 3:23

7.    WAR MOVIE – 4:47

8.    AERIE (GANG OF EAGLES) – 3:53

9.    MILK TRAIN – 3:28

10.    ALEXANDER THE MÉDIUM – 6:38

TOTAL – 26:04

GRAND TOTAL – 50:52

Ouça o Art Rock com Jefferson Airplane, que foi ao ar no dia 20/07/2008, clicando aqui.

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Trapeze & Steve Winwood

Postado em Programas com categorias, às Julho 15, 2008 por artrock

Confiram o Art Rock com Trapeze & Steve Winwood, apresentado no dia 13/07/2008:

“Boa noite, o programa de hoje vai homenagear ao grande guitarrista inglês Mel Galley, que atravessou o último portal no último dia 1º. de julho, depois de uma longa luta com o câncer…

Mel Galley começou sua longa e movimentada carreira como guitarrista do grupo Trapeze, junto do baterista Dave Holland (futuro Judas Priest) e do baixista e vocalista Glenn Hughes (futuro Deep Purple)… mas, no início em 69, eles eram um quinteto, contando ainda com o vocalista John Jones e com o guitarrista e tecladista Terry Rowley, ambos ex-integrantes do grupo The Montanas… e foi com essa formação que eles lançaram o seu primeiro álbum em 1970 …

O álbum “Trapeze” mostrava uma sonoridade rica e elaborada, com um estilo diferente dos trabalhos seguintes… “Medusa”, também de 70, e “You are the music… we’re just the band”, de 72, que foi o ultimo da formação clássica do grupo, antes da saída de Glenn Hughes para integrar o Deep Purple… o que levaria a um enfraquecimento do Trapeze, bem quando o grupo estava começando a conquistar seu espaço…

Eles continuariam em frente, lançando mais 3 álbuns antes de se separar no final dos anos 70… e voltariam a se reunir nos anos 90, lançando o álbum ao vivo “Welcome to the real world” em 92… mas nós selecionamos faixas do disco de estréia do Trapeze… cheio de climas pastorais típicos dos álbuns do selo dos Moody Blues, a Threshold Records… ainda mais porque a produção deste trabalho ficou a cargo de John Lodge, o baixista dos Moodies…

Com o Trapeze vocês ouviram “It’s Only A Dream”, “The Giant’s Dead Hoorah”, “Nancy Gray”, “Fairytale”, “Am I”, “Suicide” e “Another Day”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer um lançamento, o novo álbum de Steve Winwood… uma das grandes figuras do rock inglês…

Naturalmente, Steve Winwood dispensa maiores apresentações, pois é uma das constantes do rock britânico desde os anos 60… tanto no Spencer Davies Group, como no Traffic e no Blind Faith… além da sua própria carreira solo, que teve altos e baixos mas continua sem sinais de que está para se encerrar… e o seu novo álbum, “Nine Lives”, é mais uma prova disso…

Nos anos 90, aproveitando um período mais fraco da sua carreira, Winwood reformou o Traffic junto de Jim Capaldi para um retorno que, infelizmente, foi prematuro… o álbum “Far from Home” não foi muito bem recebido, pois estava mais para um disco solo de Steve com a participação do seu velho amigo do que para um legítimo trabalho de uma das grandes bandas do rock inglês… e, quando Jim Capaldi deixou a nossa realidade em 2005, qualquer outra possibilidade de retorno ficou descartada…

Mas, para compensar, Winwood resolveu reencontrar um pouco da sonoridade de seus antigos trabalhos, explorando o velho diálogo entre a sua voz singular e o som do seu velho órgão hammond… e agora está aí com o álbum “Nine Lives”, que conta com uma participação especial de outro velho amigo… Eric Clapton… e o resultado é um trabalho que mistura ritmos e estilos, mas conserva o tom inconfundível de Steve Winwood…

Vocês ouviram “I’m not drowning”, “Raging sea”, “Dirty city” e “At times we Forget”, com Steve Winwood… faixas do seu novo album “Nine Lives”, que acabou de sair…

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Até a semana que vem.”

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Set list:

TRAPEZE

BG – WINGS

1.    IT’S ONLY A DREAM – 0:45

2.    THE GIANT’S DEAD HOORAH – 3:33

3.    NANCY GRAY – 2:48

4.    FAIRYTALE – 7:41

5.    AM I – 3:07

6.    SUICIDE – 4:52

7.    ANOTHER DAY – 2:37

8.    IT’S ONLY A DREAM – 0:40

BG – OVER

TOTAL – 26:03

STEVE WINWOOD

BG – WE’RE ALL LOOKING

9.    I’M NOT DROWNING -3:33

10.    RAGING SEA – 6:17

11.    DIRTY CITY – 7:44

12.    AT TIMES WE FORGET – 5:57

BG – FLY

TOTAL – 23:31

GRAND TOTAL – 49:34

Ouça o Art Rock com Trapeze e Steve Winwood, que foi ao ar no dia 13/07/2008, clicando aqui.

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Triade & New Trolls

Postado em Programas com categorias, às Julho 8, 2008 por artrock

Confiram o Art Rock ( 06/07/2008 ) com as bandas Triade e New Trolls:

“Boa noite, no programa de hoje vamos fazer nossa costumeira passagem pelas progressivas paisagens italianas, começando com o grupo Triade…

Tirando o seu nome da célebre organização criminosa chinesa… a Triade era formada pelo tecladista Vincenzo Coccimiglio, pelo baixista e vocalista Agostino Nobile, que havia tocado no Noi Tre e pelo baterista Giorgio Sorano… e foi um dos muitos grupos italianos influenciados pelo Emerson, Lake and Palmer, o que já podia ser percebido no seu formato – um trio sem guitarrista – mas também pela sonoridade sinfônica com ênfase nos teclados.

O grupo era originário da região de Florença, e lançaria em 73 o álbum “1998: La Storia di Sabazio”, produzido por Elio Gariboldi e claramente dividido… com um lado inteiramente instrumental e centrado em uma longa suite composta por Coccimiglio e com o outro mais próximo da sonoridade típica do prog. italiano, com composições de Tino Nobile…

Depois do lançamento d o grupo chegou a excursionar por algum tempo, abrindo os shows do Banco del Mutuo Soccorso e do PFM, mas as divergências internas e a pressão de managers para que tocassem um som mais comercial acabaram por levar o trio a se separar pouco tempo depois… seus integrantes continuaram suas carreiras musicais, mas mais com o ensino e como músicos profissionais… mas, felizmente, o se único registro não se perdeu, tendo sido relançado em CD pela Vinyl Magic, incluindo uma bela edição em mini-vinil…

Com a Triade vocês ouviram “Sabazio”, “Caro Fratello” e “1998 (Mille Novecento Novantotto)”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer o grande New Trolls… uma das lendas do rock italiano… que começou com o pop e foi da psicodelia ao progressivo e depois ao hard rock e muito mais…

Tirando o seu nome do grupo os Trolls… banda original do vocalista e guitarrista Vittorio De Scalzi… o New Trolls foi formado em Genova em meados dos anos 60, e contava em sua formação com Nico Di Palo, considerado o primeiro guitar hero italiano… mas os primeiros trabalhos eram mais ligados ao pop inglês da época, com pitadas psicodélicas que acabariam explodindo em uma obra-prima progressiva, o clássico álbum “Concerto Grosso per i New Trolls”, de 71…

Considerado um dos mais importantes discos do prog. italiano, esse trabalho contava com composições de Luis Enriquez Bacalov e possuía arranjos orquestrais ambiciosos… sendo seguido por outros dois grandes trabalhos: “Searching for a land” e “Ut”… esse último mais pesado, causando uma ruptura e o nascimento de dois grupos, ficando Vittorio De Scalzi com o N.T. (isso é, New Trolls) Atomic System, que gravaria dois álbuns antes de encerrar atividades…

Em 75 De Scalzi voltaria a formar o New Trolls e essa nova encarnação do grupo continuaria em atividade até os anos 90, embora cada vez mais ligada à pop music convencional… só no final do século passado é que Vittorio voltaria às suas raízes progressivas… mas isso fica para outro programa, por hoje vamos lembrar um pouco do lendário álbum “Concerto Grosso per i New Trolls”… e também de “Concerto Grosso nº. 2”, de 76…

Vocês ouviram “Concerto Grosso nº. 1”, “Quiet Seas” e “Le Roi Soleil”… com o New Trolls…

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Até a semana que vem.”

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Set list:

TRIADE

1. SABAZIO – 12:07

2. CARO FRATELLO – 5:07

3. 1998 (MILLE NOVECENTO NOVANTOTTO) – 6:15

TOTAL – 23:33

NEW TROLLS

4. CONCERTO GROSSO NO. 1 – 17:02

5. QUIET SEAS – 3:22

6. LE ROI SOLEIL – 5:19

TOTAL – 25:43

GRAND TOTAL – 49:16

Ouça o Art Rock com as bandas Triade e New Trolls, que foi ao ar no dia 06/07/2008, clicando aqui.

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Patto & Midnightsun

Postado em Programas com categorias, às Junho 30, 2008 por artrock

Neste Art Rock, as bandas escolhidas foram Patto e Midnightsun. Bom programa!

“Boa noite, hoje vamos começar com um grupo inglês que nasceu no pop rock mas se tornaria mais conhecido quando se direcionou para o progressivo… o genial Patto.

Surgido em meados dos anos 60 com o nome de Timebox, eles estavam entre os muitos grupos pop do selo Deram da Decca… e chegaram a lançar vários singles entre 67 e 69… e foi aí que eles resolveram deixar de lado o seu pop com pitadas psicodélicas, mudar de nome e explorar sonoridades mais sofisticadas, integrando-se ao nascente movimento do rock progressivo… nascia assim o Patto, que lançaria o seu primeiro álbum em 1970 pela Vertigo…

O álbum “Patto” já mostrava o virtuosismo do guitarrista Ollie Halsal e o carisma do vocalista Mike Patto… além do baixo de Chris Griffiths e da bateria de John Halsey… e a crítica foi unânime em elogiar o trabalho, mas ele foi totalmente ignorado nas lojas… e o mesmo ocorreu com o disco seguinte, “Hold your Fire”, de 71… no fim, os insucessos acabaram minando o espírito do grupo e eles se separariam depois de seu quarto álbum, intitulado “Monkey’s Bum”… que seria recusado pela Island Records e só seria lançado em 2002 pelo selo Akarma.

Mike Patto iria para o Spooky Tooth e deixaria nossa realidade em 79, devido a um câncer… Chris Griffiths e John Halsey permaneceriam em atividade – Halsey inclusive participaria do filme The Rutles, de Eric Idle do Monty Python – mas eles sofreriam um grave acidente de carro nos anos 80, quando tocavam no grupo de Joe Brown… e Ollie Halsal iria para o Tempest de Jim Hiseman, e continuaria muito ativo trabalhando com o amigo Kevin Ayers… até ser levado para o outro lado por uma overdose de heroína em 92… confiram um pouco desse grande grupo que não volta mais…

Vocês ouviram o Patto com “Hold me Back”, “Time to Die”, “San Antone”, “Money Bag” e “Sitting Back Easy”, todas extraídas de seu álbum de estréia, “Patto”, de 1970.

A gente volta já…

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E nessa segunda parte do programa, vamos ouvir um grupo da Dinamarca, que é muito procurado pelos colecionadores das capas do grande Roger Dean… o Midnight Sun…

Surgido em 69 como The Rainbow Band, eles eram um super-grupo centrado em torno do guitarrista Peer Frost (ex-Young Flowers), pelo vocalista Lars Bisgaard (ex-Maxwells) e pelo baterista Carsten Smedegaard (ex-The Beathovens)… e eles lançariam um álbum homônimo em 1970… mas já havia uma banda com esse nome no Canadá, levando-os a mudar para Midnight Sun… uma referência ao fenômeno do “sol da meia-noite” que ocorre no verão escandinavo… e aproveitaram para re-gravar o primeiro álbum com um novo vocalista, Allan Mortensen…

A capa era de Roger Dean, que faria também os próximos discos do Midnight Sun… e o som era um jazz-fusion, com toques de blues e soul e algumas pitadas psicodélicas… lembrando em certos momentos o Traffic ou ainda outro grande grupo do prog escandinavo do período, o Burning Red Ivanhoe… mas com um estilo característico que se mantinha no álbum “Walking in Circles”, de 72… novamente com um novo vocal, mas com a mesma sonoridade, ainda que um pouco menos elaborada.

Infelizmente esse excelente grupo não iria muito além disso… seu derradeiro trabalho, “Midnight Dream”, sairia em 74 e já os mostrava tentando uma abordagem mais acessível, mas que não teve muita repercussão… para o programa de hoje nós selecionamos faixas da segunda versão do seu primeiro disco, o álbum “Midnight Sun”, lançado em 1971…

Vocês ouviram o Midnight Sun com “Talkin’”, “Where you’re going to be” e “Living on the Hill”…

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Até a semana que vem.”

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Set list:

PATTO

BG – RED GLOW

1. HOLD ME BACK – 4:45

2. TIME TO DIE – 2:57

3. SAN ANTONE – 3:11

4. MONEY BAG – 10:07

5. SITTING BACK EASY – 3:35

BG – THE MAN

TOTAL – 24:35

MIDNIGHT SUN

BG – SIPPIN’ WINE

6. TALKIN’- 4:59

7. WHERE YOU’RE GOING TO BE – 5:27

8. LIVING ON THE HILL – 14:44

BG – B.M.

TOTAL – 25:10

GRAND TOTAL – 49:45

Ouça o Art Rock com as bandas Patto e Midnightsun, que foi ao ar no dia 29/06/2008, clicando aqui.

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Som Nosso de Cada Dia, Nocet & Mr. Green

Postado em Programas com categorias, , às Junho 23, 2008 por artrock

Nesta semana o Art Rock foi especial, com bandas nacionais. Confira!

” Boa noite, hoje teremos um programa dedicado ao rock nacional, começando com uma das maiores lendas do progressivo tupiniquim… o grande Som Nosso de Cada Dia…

Formado em 1970 com o nome de Cabala, o Som Nosso contava inicialmente com Pedrinho na batera e vocal, com Manito (ex-integrante dos Incríveis) nos teclados e outros instrumentos e com Pedrão no baixo e vocal… e eles já chamaram a atenção durante o famoso “Kohoutek Festival” em 1973… gravando pouco tempo depois o álbum “Snegs”, que seria lançado em 74 e se tornaria um dos maiores clássicos do prog. rock nacional.

Foi também naquele ano que eles fizeram história abrindo os shows da antológica tour brasileira de Alice Cooper… mas isso não impediria a saída de Manito no ano seguinte para integrar os Mutantes, sendo substituído por Tuca nos teclados e pelo ex-Moto Perpétuo Egídio Conde na guitarra… o álbum seguinte, “Sábado/Domingo” de 76, que tinha um lado funk por exigência da gravadora, seria o último trabalho do grupo, que se separaria no ano seguinte.

Mas eles voltariam a se reunir durante a renascença progressiva dos anos 90, relançando em 93 o álbum “Snegs” pela Progressive Rock Worldwide… e, mais recentemente, foram uma das atrações mais esperadas na “Virada Cultural” deste ano… apresentando-se no Municipal de São Paulo… com Pedrão Baldanza e Manito da formação original e mais Marcelo Schevano na guitarra e flauta, Edson Guilardi do Terreno Baldio na bateria e Fernando Cardoso do Violeta de Outono como segundo tecladista… mas isso fica para outro programa… para hoje, selecionamos faixas do álbum “Live 94”…

Vocês ouviram “Som Nosso de Cada Dia”, “Bicho do Mato”, “Nada pra Lembrar” e “Sinal da Paranóia”, com o Som Nosso de Cada Dia…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer dois grupos nacionais dos anos 90… ambos trilhando os caminhos do hard’n’heavy prog…

O primeiro é o grupo gaúcho Nocet, que foi fundado em 89 e apareceu pela primeira vez junto das bandas Doce Veneno, Feeling e Fuga na coletânea “Elo”, lançada por um selo independente em 93… depois disso sairia em 95 o seu primeiro álbum, intitulado “N”, que foi lançado pela gravadora Progressive Rock e chegou a chamar bastante atenção na época, com reviews sendo publicados em revistas tanto brasileiras como do exterior…

Nós selecionamos duas faixas desse primeiro álbum do Nocet, que continua em plena atividade, agora como um power trio, com o baterista Fabricio Soriano, o baixista Marcus Molina e o guitarrista Ben Borges… formação que já está presente no CD “Bullets”, comercializado pela website do grupo …

E, na seqüência, vocês ouvem o rock instrumental do grupo santista Mr. Green, centrado em torno dos guitarristas Fernando Basseto e Edison Gutierrez Jr, que também foi formado nos anos 80 e lançaria em 1990 o seu primeiro álbum, seguido em 96 por “Faces”… que nós selecionamos para o programa de hoje e contava com o baixista Luiz Champignon (que mais tarde seria da banda de Charlie Brown Jr.) e com a participação do guitarrista Eduardo Ardanuy (que depois seria do Dr. Sin)…

Vocês ouviram o Nocet com “In” e “Nau”… depois foi o Mr. Green com “Bambueiro”, “Peixes #21” e “Paraguaçu”…

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Até a semana que vem.”

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Set list:

SOM NOSSO DE CADA DIA

1.    SOM NOSSO DE CADA DIA – 6:01

2.    BICHO DO MATO – 4:20

3.    NADA PRA LEMBRAR – 8:22

4.    SINAL DA PARANÓIA – 6:50

TOTAL – 22:44

NOCET

5.    IN – 4:46

6.    NAU – 7:26

MR. GREEN

7.    BAMBUEIRO – 5:20

8.    PEIXES #21 – 3:42

9.    PARAGUAÇU – 3:26

TOTAL – 24:30

GRAND TOTAL – 50:03

Ouça o Art Rock do dia 22/06/2008 com as bandas brasileiras, Som Nosso de Cada Dia, Nocet & Mr. Green, clicando aqui.

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Excalibur & Dragon

Postado em Programas com categorias, às Junho 16, 2008 por artrock

Olá! No Art Rock desta semana, 15/06/2008, as banda escolhidas para o programa são Excalibur e Dragon, veja a seguir:

“Boa noite, hoje vamos começar com mais um grupo obscuro do prog. setentista… um exemplo do lado mais pesado do krautrock… o Excalibur.

Apesar do nome, tirado da mítica espada do Rei Arthur, esse era um grupo legitimamente alemão… embora cantasse em inglês e tivesse uma sonoridade fortemente influenciada pela primeira geração do heavy rock britânico, com ênfase para os teclados e guitarras e um vocal que não ficaria nada deslocado no Atomic Rooster da fase de Chris Farlowe…

Surgido no começo dos anos 70, o Excalibur era um power trio formado pelo guitarrista e vocalista Werner Odenkirchen, pelo tecladista Hartmut Shölgens e tendo Charlie Terstappen na bateria… e o som misturava em sua estrutura melódica elementos pesados e progressivos… algo que já podia ser sentido no primeiro single do grupo, “Get me if you want”, lançado em 1971.

Pouco tempo depois saía o primeiro álbum, produzido por Dicky Tarrach, o baterista do lendário grupo de pop rock alemão The Rattles… mas, apesar dessa ajuda de peso, o Excalibur não iria muito além disso… como muitos outros, ele mergulharia na obscuridade, para só ser resgatado do esquecimento recentemente, com uma versão remasterizada em CD do seu “First Álbum”… que nós selecionamos para essa primeira parte do programa…

Vocês ouviram o Excalibur com “Light in the Dark”, “Sure you Win”, “Questions”, “Don’t look backwards” e “Feelin’s”…

A gente volta já…

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E agora vamos trazer o Dragon, talvez o mais importante grupo de rock da Nova Zelândia, com mais de 30 anos de carreira e duas dúzias de álbuns… e que flertou com o progressivo em seus primeiros trabalhos.

Formado em 1972, o Dragon era originalmente centrado em torno dos irmãos Todd e Marc Hunter, respectivamente no baixo e vocais… e eles lançariam em 1974 o seu primeiro álbum, “Universal Radio”, que lhes garantiu uma posição de destaque no cenário do rock neozelandês, com tours nacionais e aberturas para shows de grandes nomes visitando a região de Auckland…

Em 75 outro trabalho com climas progressivos… o álbum “Scented Gardens for the Blind”… e a repercussão foi ainda maior que a do primeiro, estimulando os garotos a se mudar para a Austrália… mas, a essa altura, o desejo de se estabelecerem havia comprometido a proposta do grupo e seus próximos discos seriam orientados cada vez mais para o mercado da música pop.

O Dragon foi muito bem sucedido com o seu novo som, mantendo-se em atividade constante até 1998, quando Marc Hunter deixou a nossa realidade… Todd, que havia saído do grupo, reformaria o Dragon em 2006 para o álbum acústico “Sunshine to Rain”, onde incluiu material gravado pelo irmão… mas para o programa de hoje nós selecionamos faixas da fase progressiva desses figurões do pop rock da Nova Zelândia.

Vocês ouviram o Dragon com “Vermillion Cellars”, “La Gash Lagoon”, “Darkness” e “Scented Gardens for the Blind”…

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Até a semana que vem.

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Set list:

EXCALIBUR

BG – ZAMUNO (FAIXA 3)

1. LIGHT IN THE DARK – 6:11

2. SURE YOU WIN – 4:30

3. QUESTIONS – 4:10

4. DON’T LOOK BACKWARDS – 5:07

5. FEELIN’S – 6:38

BG – HOLLYWOOD DREAMS (FAIXA 6)

TOTAL – 26:36

DRAGON

BG – SUNBURST

6. VERMILLION CELLARS – 3:26

7. LA GASH LAGOON – 8:22

8. DARKNESS – 4:46

9. SCENTED GARDENS FOR THE BLIND – 7:36

BG – GREY LYNN CANDY

TOTAL – 24:10

GRAND TOTAL – 50:46

Ouça o Art Rock com as bandas Excalibur e Dragon, que foi ao ar no dia 15/06/2008, clicando aqui.

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Carpe Diem & Shylock

Postado em Programas com categorias, às Junho 9, 2008 por artrock

Olá! o Art Rock dessa semana - 08/06/2008 - trouxe para os ouvintes, as bandas Carpe Diem e Shylock:

“Boa noite, no programa de hoje vamos trazer dois exemplos do progressivo francês, começando com o Carpe Diem… que já teve o seu som descrito como space fusion.

Nascido em Nice em 1969, o grupo se chamava originalmente Deis Corpus e tocava covers de Moody Blues e Procol Harum… mas acabou mudando o nome para Carpe Diem, inspirando-se na célebre frase das Odes do poeta romano Horácio… que nos lembra de aproveitar cada dia que passa, pois ninguém sabe o que os deuses nos reservam para o amanhã…

E o som também sofreu uma grande mudança, misturando influências do grande Camel e da fase tardia da Canterbury Sound, plena de pitadas jazzísticas… tudo costurado em uma rica tapeçaria sinfônica dominada pelo sax e flauta de Claude Marius David, pelos teclados de Christian Truchi e pela guitarra de Gilbert Abbenanti… o resultado foi uma curta, mas com dois álbuns brilhantes… “En Regardant Passer Le Temps” de 1975 e “Cueille le Jour” de 76…

Infelizmente, o desinteresse das gravadoras pela música progressiva levaria o grupo a se separar pouco tempo depois de seu segundo trabalho… e, apesar do relançamento de seus álbuns em CD nos anos 90, o Carpe Diem não esteve entre os grupos veteranos que voltariam à atividade, pois Claude Marius David, que era uma de suas figuras centrais, deixou a nossa realidade em 1993… e nem o sucesso dos relançamentos pelo selo Musea convenceu seus velhos amigos a se reunir novamente…

Vocês ouviram o Carpe Diem as faixas “Jeux du Siècle” e “Publiphobie”, extraídas do seu álbum de estréia “En Regardant Passer Le Temps” de 75.

A gente volta já…

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E agora vamos trazer outro grupo do sul da França, um power trio com fortes influências do King Crimson, o Shylock…

Formado em 74, o Shylock teve uma curta existência, sempre dominado pelo choque entre seus integrantes… o guitarrista Frédéric L’Epée, o baterista Andre Fisichella e o tecladista Didier Lustig… e nem mesmo outros integrantes eventuais, como baixista Christian Gouttenoire e o vocalista Gilles Blanchard conseguiram amenizar os problemas que acabaram levando ao fim prematuro do grupo, depois de apenas dois álbuns, resgatados em CD pela Musea.

Apesar de sua sonoridade cheia de passagens crimsonianas, o Shylock desenvolveu um estilo próprio e lançou dois excelentes álbuns, “Guialorgues” de 76 e “Île de Fièvre” de 78… mas as tensões entre os músicos e as exigências da gravadora por músicas mais comerciais acabaram por desencantar seus integrantes, que se separariam em 1979, seguindo trajetórias bem diferentes…

Só o guitarrista Frédéric L’Epée voltaria ao progressivo no final dos anos 80, fundando o power-trio Philharmonie, com quem lançaria vários trabalhos até 1999, partindo depois para outro projeto, o Yang… mas isso tudo vai ter que ficar para outro programa, para hoje nós selecionamos material extraído dos dois únicos álbuns do Shylock… mais um exemplo de um grande grupo que não conseguiu ir muito longe…

Vocês ouviram “Le Sang des Capucines”, “Himogène”, “Laocksetal”, “Pendule” e “Prelude à L’Eclipse”… com o Shylock…

Art Rock fica por aqui… obrigado pela audiência, tenham uma boa noite e continuem com a Paraná Educativa… 97,1.

Até a semana que vem.”

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Set list:

CARPE DIEM

1. JEUX DU SIÈCLE – 12:50

2. PUBLIPHOBIE – 9:54

TOTAL – 22:44

SHYLOCK

3. LE SANG DES CAPUCINES – 5:37

4. HIMOGÈNE – 5:15

5. LAOCKSETAL – 10:27

6. PENDULE – 3:02

7. PRELUDE À L’ECLIPSE 2:11

TOTAL – 26:42

GRAND TOTAL – 49:56

Clique aqui para ouvir o Art Rock que foi ao ar no dia 08/06/2008, apresentando as bandas Carpe Diem & Shylock.

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